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Estudo sobre Jesus Cristo

Definição do Tema: A Cristologia é o estudo sobre Cristo; é uma parte da teologia cristã que estuda e define a natureza de Jesus, a doutrina da pessoa e da obra de Jesus Cristo, com uma particular atenção à relação com Deus, às origens, ao modo de vida de Jesus de Nazaré, visto que estas origens e o papel dentro da doutrina de salvação tem sido objeto de estudo e discussão desde os primórdios do Cristianismo.

Eixo central da Cristologia: A Cristologia tem sido debatida incansavelmente durante séculos, em várias nações, dentro de várias correntes cristãs, com pontos de vista semelhantes, divergentes e mesmo com algumas controvérsias. Alguns aspectos deste assunto muito debatidos no eixo central da Cristologia no decurso da história do cristianismo são:

a natureza divino-humana de Jesus a encarnação; a revelação de Deus; os milagres; os ensinamentos; a morte expiatória; a ressurreição; a ascensão; a intercessão em nosso favor; o ofício de Juiz; a posição como Cabeça de todas as coisas; e a centralidade dentro do mistério da vontade de Deus, dentro da restauração; a volta ao mundo para reinar sobre aqueles que crêem nele.

A natureza de Jesus Cristo: É uma questão da busca por determinar se Cristo era um homem com a tendência para pecar igual à de Adão antes do pecado ou uma tendência ao pecado, igual à de Adão depois do pecado, ambas diretamente relacionadas com o Plano da Salvação, visto que o ministério de Cristo, se caracterizava pelo exemplo na superação do pecado, mostrando que era possível o homem viver sem pecar.

    Entre as principais escolas que buscaram determinar a natureza de Cristo temos:

l       Arianismo, que crê que Jesus, apesar de um ser superior, seja inferior ao Pai sendo uma criatura sua;

l       Docetismo, defende que Jesus era um mensageiro dos céus e que seu corpo era “carnal” apenas na aparência e sua crucificação teria sido uma ilusão;

l       Ebionismo, que crê em Jesus como um profeta, nascido de Maria e José, que teria se tornado Cristo no ato do batismo;

l       Monofisismo, segundo a qual Cristo teria uma única natureza composta da união de elementos divinos e elementos humanos.

l       Nestorianismo, segundo a qual Jesus Cristo é, na verdade, duas entidades vivendo no mesmo corpo: uma humana (Jesus) e uma divina (Cristo).

l       Miafisismo, que defende que em Jesus Cristo há a natureza humana e a natureza divina, mas que estas duas naturezas se unem natural e completamente para formar uma única e unificada Natureza de Cristo.

l       Sabelianismo, o qual defendia que Jesus e Deus não eram pessoas distintas, mas sim “aspectos” ou “modos” diferentes do trato da Divindade com a humanidade ;

l       Trinitarianismo, que crê em Jesus como a segunda pessoa da Trindade divina.

Quem é Jesus Cristo:

Jesus Cristo é a segunda pessoa da Trindade. Através dele o universo foi criado e é mantido em existência (Jo 1.3; Cl 1.16-17). Ele é o ANJO do Senhor que aparece no AT (Gn 18). Esvaziou-se da sua glória e se humilhou, tomando a forma de ser humano (Fp 2.6-11). O seu ministério terreno durou mais ou menos 3 anos e meio. Jesus ensinou a verdade de Deus por preceitos e por parábolas. Ele fez milagres, curando enfermos e endemoninhados, fazendo sempre o bem. Foi rejeitado pela maioria do povo e pelas autoridades, sendo submetido à morte de cruz. Foi sepultado, mas ressuscitou ao terceiro dia. Depois subiu ao céu, onde está para interceder pelos seus (Hb 7.25). E o salvo está unido com Cristo, que vive nele pelo seu Espírito (Rm 8.9-11; Gl 2.20; 4.6; Fp 1.19). Na sua segunda vinda Jesus Cristo julgará os vivos e os mortos (2Tm 4.1).

Kenosis: Auto esvaziamento de Jesus Cristo, uma auto renúncia dos atributos divinos. Jesus pôs de lado a forma de Deus, mas ao fazê-lo não se despiu de Sua natureza divina; não houve auto extinção. Também o Ser divino não se tornou humano; Sua personalidade continuou a mesma, e reteve a consciência de ser Deus (Jo.3:13). O propósito da Kenosis foi a redenção. Na Kenosis Jesus deixou o uso independente do Seu poder para depender do Espírito Santo

A Natureza Humana de Cristo

1.    Ascendência Humana

1.1  Feito de Mulher (Gl.4:4; Mt.1:8).

1.2  Feito da Semente (genealogia) de Davi:a) Sem (Gn.9:27).
b) Abraão (Gn.12:1-3).
c) Isaque (Gn.26:2-5).
d) Jacó (Gn.28:13-15).
e) Judá (Gn.49:10).
f) Davi (IISm.7:12-16).

2. Crescimento e Desenvolvimento Naturais:

2.1  Vigor Físico (Lc.2:52).

2.2 Faculdades Mentais (Lc.2:40).

3. Aparência Pessoal (Jo.4:9).

4. Natureza Humana Completa:

4.1 Corpo (Mt.26:12).

4.2 Alma (Mt.26:38).

4.3  Espírito (Lc.23:46).

5 Limitações Humanas:

5.1 Limitações Físicas:
a. Fadiga (Jo.4:6; Is.40:28).
b. Sono (Mt.8:24; Sl.121:4,5).
c.  Fome (Mt.21:18).
d. Sede (Jo.19:28).
e. Sofrimento e Dor (Lc.22:44).
f. Sujeição à Morte (ICo.15:3).

5.2 Limitações Intelectuais:
a) Precisava Crescer em Conhecimento (Lc.2:52).
b) Precisava Adquirir Conhecimento pela Observação (Mc.11:13).
c) Possuía Conhecimento Limitado (Mc.13:32).

Nomes Humanos:

a. Jesus (Mt.1:21).
b. Filho do Homem (Lc.19:10).
c. O Nazareno (At.2:22).
d. O Profeta (Mt.21:11).
e. O Carpinteiro (Mc.6:3).
f. O Homem (Jo.19:5; ITm.2:5).

Nomes Divinos:

a. Deus (Jo.1:1; Jo.1:18 (ARA); Jo.20:28; Rm.9:5; Tt.2:13; Hb.1:8).

b. Filho de Deus (Mt.8:29;16:16;27:40; Mc.14:61,62; Jo.5:25;10:36;

c. Alfa e Ômega (Ap.1:8,17;22:13; Is.44:6).

d. O Santo (At.3:14; Is.41:14; Os.11:9).

e. Pai da Eternidade e Maravilhoso (Is.9:6; Jz.13:18).

f. Deus Forte (Is.9:6; Is.10:21).

g. Senhor da Glória (ICo.2:8; Tg.1:21; Sl.24:8-10).

h. Senhor (At.9:17;16:31; Lc.2:11; Rm.10:9; Fp.2:11).

O termo “Senhor” em grego é Kurios, e significa Chefe superior, Mestre, e como tal era empregado à pessoas humanas, aos imperadores de Roma. Entretanto eles eram considerados deuses, e somente à eles era permitido aplicar este título, no sentido de divindade (At.2:36; IICo.4:5; Ef.4:5; IIPe.2:1; Ap.19:16).

Atributos de Cristo:

CRISTO É DEUS (Jo 1:1). “No princípio era o verbo, e o verbo era Deus”. Outras referências bíblicas corroboram com a divindade de Jesus Cristo, vejamos a seguir (Jo 10:30, 33, 38; 14: 9, 11; 20: 28; Rm 9:5; Cl 1: 25; 2:9; Fl 2: 6; Hb 1: 3; 2 Co 5: 19; 1 Pe 1: 2; 1 Jo 5: 2; Is 9: 6).

CRISTO É TODO PODEROSO (Mt 28:18; Ap 1: 8).

CRISTO É ETERNO (Jo 8: 58; 1: 18; 6: 57; 8: 19; 10: 30, 38; 14: 7, 9, 10, 20; 16: 28; 17: 21, 26).

CRISTO É CRIADOR (Jo 1:3, 10; Cl 1: 16; Hb 1: 1, 2).

O TESTEMUNHO DOS APÓSTOLOS ACERCA DE CRISTO

Por fim temos o testemunho daqueles que conviveram com Cristo e ficaram encarregados de testemunhar de toda a verdade. Para os apóstolos, Jesus Cristo é divino. Os escritos do novo testamento não deixam nenhuma dúvida a esse respeito. Basta ver textos como João 1:1; Romanos 9: 5; Tito 2: 13; Hb 1: 8; 1 João 5: 20.

Negar que Cristo tenha a natureza em igualdade com o Pai, é ignorar totalmente o testemunho claro da palavra de Deus ou não crer no ensino das escrituras.

Cristo não possuía só a natureza humana, mas também a divina (Jo 1: 14).

JESUS E SEUS ATRIBUTOS DIVINOS

JESUS É ONIPOTENTE (Lc 4: 35, 36, 41). Ele tem poder sobre os demônios (Mc 8: 16; 10: 1), tem poder sobre as doenças (Mc 10: 8) e tem poder para guardar (Mt 28: 18; Ap 1:18).

JESUS É ONISCIENTE (Jo 21; 17). Jesus sabe tudo.

JESUS É ONIPRESENTE (Ef 1: 20-25), Ele está presente em todo lugar.

JESUS É IMUTÁVEL (Ml 3: 6; Hb 13: 8; Hb 1: 12).

JESUS É ETERNO (Cl 1: 17; Jo 1: 1; Mq 5: 2; Is 9: 6).

JESUS É ADORADO (Ap 7: 9-12; Mt 4: 10; Mt 28: 9-17; 14: 33; 15: 25; Lc 24: 52; Hb 1: 6).

A CONSCIÊNCIA DE CRISTO DA SUA DIVINDADE

O próprio Cristo tinha consciência da sua divindade. Ele mesmo se iguala ao Pai na vida (João 5: 26), na honra (João 5: 23), na glória (João 17: 5), na eternidade (João 8: 58), no nome (João 8: 24), na fórmula batismal (Mateus 28: 19). Ele declara sua união com o Pai (Jo 5: 18; 10: 33, 38). O próprio Cristo sabia da sua natureza divina.

AS PRERROGATIVAS DIVINAS DE CRISTO

Jesus exerce atribuições que só cabem a divindade. Ele tem autoridade para perdoar pecados (Mc 2: 10), para alterar a Lei de Deus (Mt 5: 21ss), tem autoridade sobre o sábado (Mc 2: 28), sobre a vida dos homens (Mt 16: 24-26), e tem poder para salvar os homens dos seus pecados (Mt 1:21; Jo 8: 34-36). Porque Ele pode todas estas coisas? Ele é Deus.

OS ESTADOS E OS OFÍCIOS DE CRISTO

A Cristologia descreve a pessoa de Cristo com um personagem que passou por dois estados: um de humilhação e outro de exaltação. Esses dois estados foram referidos na profecia (Is 52: 13, 14; 53: 1-3, 11, 12), e confirmados nos escritos do novo testamento (Fl 2: 6-11; 1 Pe 1: 11).

ESTADO DE HUMILHAÇÃO DE CRISTO

O estado de humilhação da pessoa de Cristo ocorreu no fato da encarnação e na vida terrena até a morte.

O verbo preexistente se fez homem (Jo 1: 1,14).

Na encarnação Cristo humilhou-se (Jo 17:5; Fl 2: 6-8; 2 Co 8: 9).

Ele foi sujeito às leis físicas e humanas (Lc 2: 52; Gl 4:4).

Como ser humano, Ele que é a Segunda pessoa da santíssima trindade, passou a ser, em tudo, dependente da Terceira pessoa, o Espírito Santo.

Vejamos:

Ele foi gerado pelo Espírito Santo (Lc 1: 34, 35).

Ungido pelo Espírito Santo (Mt 3:16).

Conduzido à tentação pelo Espírito Santo (Mt 4: 1).

Levado a cruz pelo Espírito Santo (Hb 9: 14).

Foi ressuscitado pelo Espírito Santo (Rm 8: 11).

Foi fortalecido pelo Espírito Santo para realizar as obras (Mt 12: 28; At 1: 2; 10: 38).

Foi isto que aconteceu. Ele, voluntariamente, assumiu a condição de humano para sofrer com os homens nesse período de humilhação (Jo 10: 17,18)

O ESTADO DA EXALTAÇÃO DE CRISTO

Pela ressurreição e ascensão, Cristo passou para o estado de exaltação. Voltou àquela glória que Ele tinha antes da encarnação (At 7: 55; Jo 17: 5; Fl 2: 9-11). Neste estado, Cristo assentou-se à destra de Deus, na glória que tinha antes da encarnação, e passou a exercer todos os atributos divinos.

Os dois estados de Cristo refletem os dois estados da vida do crente: o de humilhação neste mundo, e o de exaltação na vida futura.

Cristo participou da humilhação humana para que os crentes participem da sua glória divina, mas sempre nesta ordem: primeiro a humilhação, depois a glória (Hb 2: 10; 1 Pe 1: 4, 11). Primeiro as aflições, por fim a glória incomparável (Rm 8:18).

OS OFÍCIOS DE CRISTO

No antigo testamento havia três ofícios ou funções fundamentais na vida do povo de Deus: o de Profeta, o de Sacerdote e o de Rei. De modo geral, por estes ofícios, o povo ouvia a Deus (através do Profeta), fazia-se representar diante de Deus (pelo Sacerdote), e tinha o governo político (do Rei).

Em Cristo, os três ofícios foram reunidos, e Ele mesmo é o Profeta, o Sacerdote e o Rei.

Assim Ele é um mediador completo e perfeito

CRISTO COMO PROFETA

O trabalho do profeta no Antigo testamento era falar em nome de Deus. Ele interpretava os atos e os planos de Deus para os homens e orientava o povo nos caminhos traçados por Deus. Ele era o representante de Deus para o povo.

Cristo foi o verdadeiro profeta, anunciado desde Moisés (Dt 18: 15). Os que creram em Jesus Cristo reconhecem ser Ele o profeta que havia de vir ao mundo (Jo 6: 14; At 3: 22). Ele revelou Deus e a sua vontade, (Hb 1: 3). Sua revelação do Pai é final na história da humanidade (Hb 1:1ss).

CRISTO COMO SACERDOTE

No antigo testamento o sacerdote era uma pessoa divinamente escolhida e consagrada para representar os homens diante de Deus e oferecer dons e sacrifícios que assegurassem o favor divino, e ainda para interceder pelo povo (Hb 5: 4; 8: 3). Mas o serviço era feito com imperfeição, quer pela fraqueza do sacerdote, quer pelo tipo de sacrifício que era oferecido.

Cristo realizou um sacrifício perfeito (Hb 10: 12 14), isto é o seu trabalho sacrificial foi consumado, historicamente na cruz.

O trabalho de intercessão Ele sempre realizou quando esteve na terra (Jo 17: ss).

Depois que Ele ofereceu o seu sacrifício, é que Ele passou a exercer, especificamente, esse ministério de intercessão (Hb 7: 25; 9: 24).

CRISTO COMO REI

Os profetas do antigo testamento falaram de um Rei que viria da casa de Davi, para governar Israel e as nações, com justiça, paz e prosperidade (Is 11: 1-9).

O Anjo disse a Maria que Jesus seria esse Rei (Lc 1: 32,33).

Cristo mesmo afirmou que Ele era o Rei prometido (Jo 18: 36,37).

Depois da sua ressurreição, Ele declarou seu poder sobre todas as coisas (Mt 28: 18).

Na sua ascensão, Ele foi coroado e entronizado como Rei (Sl 24: 6-10; Ef 1: 20-22; Ap 3: 21).

Jesus Cristo é Rei, e já está reinando, porém não ainda de modo visível, nem de modo pleno, mas um dia Cristo estará reinando a vista de todo o mundo (Ap 11: 15; 19: 16).

O Sacrifício de Cristo:

A OBRA SACRIFICIAL DE CRISTO: Dentro do ofício sacerdotal de Cristo está a sua obra sacrificial. Qual o significado da morte de Cristo? O que de fato aconteceu quando o filho de Deus morreu?

DESTAQUES BÍBLICOS DA MORTE DE CRISTO: Na obra sacrificial de Cristo foi pago um preço para libertação do pecado, a honra de Deus foi atendida, o amor divino foi demonstrado, a lei de Deus se tornou efetiva em sua punição de morte aos transgressores e com isto cessou a punição da lei para aqueles que recebem a justiça que vem de Cristo, (Gl 3: 13).

A MORTE DE CRISTO FOI SUBSTITUTIVA: Cristo não morreu por seus próprios pecados, pois não tinha pecado (Jo 8: 46; 1 Pe 2: 22; Hb 4: 15).

A Bíblia diz que Ele morreu pelos pecados dos outros (Is 53: 5, 6; 2 Co 5: 14, 15, 21; 1 Pe 2: 24). Portanto, isto mostra que sua morte foi substitutiva ou vicária.

A MORTE DE CRISTO FOI PROPICIATÓRIA: Na Bíblia, Deus apresenta-se às vezes como um Deus irado com o homem, por causa do pecado (Jo 3: 36; Rm 1: 18; 5: 9; 1 Ts 1: 10; Ap 6: 17).

O sacrifício de Cristo é revelado como o meio de reconciliação entre Deus e o homem (Rm 5: 10; 2 Co 5: 19, 20; Cl 1: 20).

A Morte na Cruz:

A VITÓRIA DE CRISTOA morte de Cristo não teria o significado redentor que tem se não fosse a sua ressurreição e ascensão. A vitória de Cristo sobre a morte, através da ressurreição, e sobre as limitações da existência humana pela ascensão, confirma a sua posição de glória, a validade da sua obra sacrificial em prol dos pecadores e proporciona aos seus discípulos uma esperança de glória futura.

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO:

A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO:  Cristo ressuscitou em corpo, e não apenas em espírito ou na lembrança dos seus discípulos.

Foi uma ressurreição única, diferente de qualquer outra que tenha havido antes, pois aquele corpo tinha propriedades diferentes de qualquer outro, e não estava mais sujeito a morte, nem as leis desta criação.

Não foi simplesmente o voltar a vida do corpo que foi sepultado, mas o surgimento de um novo corpo, para uma vida de ordem diferente (Mt 28: 1-9; 16-20; Mc 16: 1-18; Lc 24: 1-49; Jo 20: 1-21; At 2: 31, 32; 1 Co 15: 3-20).

A IMPORTÂNCIA DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO: A ressurreição de Cristo testifica da sua divindade (Rm 1:4), proclama a sua vitória sobre o pecado (Hb 9: 28), sobre os poderes das trevas (Ef 1: 20, 21) e sobre a morte (2 Tm 1: 10); assegura a eficácia da sua obra redentora (Rm 4: 25; 8: 33,34; 1 Pe 1:3; 1 Co 15: 15-19); evidencia a realidade do seu reino futuro;mostra-se como as “Primícias” da colheita futura, que é a ressurreição dos crentes, o princípio da nova criação (1 Co 15: 20-26; 2 Co 5: 17; 2 Pe 3: 13; Ap 21: 22).

A ASCENSÃO DE CRISTO: A ascensão proclama o triunfo e a glorificação de Cristo (1 Pe 3: 22).

Ela sinaliza a sua coroação, de glória e de honra (Hb 2: 9), a sua exaltação máxima (Fl 2: 9).

A ascensão de Cristo também estabelece as condições sob as quais a Igreja é chamada para servir: sob um Senhor que se acha exaltado como cabeça na terra e no céu (Ef 1: 20-23).

Ela dá a Igreja certeza de que Cristo, como sumo-sacerdote, levou a humanidade até a presença de Deus, e de lá intercede por nós (Hb 4: 14-16; 7: 25; 9: 24; 1 Jo 2:1).

A ascensão garante o domínio futuro e final de Cristo em Glória, pois ela evidencia sua autoridade sobre o universo (1 Co 15: 25).

Do céu, Cristo comanda a história, até que se proclame que “o reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos” (Ap 11: 15). Amém!

CONCLUSÃO:  A doutrina cristológica, mostra a beleza, e tudo quanto temos hoje e no futuro. Pelo seu cumprimento, Cristo é a nossa glória eterna. Aleluia! Amém!

Comunidade Evangélica Vale de Bênção – São Paulo/SP

Tel. 0xx11 3484.6185

Email: prlucianoescala@hotmail.com

Acesse: www.comunidadevb.com.br

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