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Estudo sobre o Pecado e a Origem do Mal

INTRODUÇÃO

O que é o bem? E o mal? O mal é ausência do bem? Onde está a origem do mal? Em Deus? Nos Homens? Utilizamos essas perguntas para a introdução deste tema.

CONCEITO

Bem – Designa, em geral, o acordo entre o que uma coisa é com o que ela deve ser. É a atualização das virtualidades inscritas na natureza do ser. Relaciona-se com perfeito e com perfectibilidade. Tudo o que está de acordo com a lei de Deus.

Mal – Para a moral, é o contrário de bem. Aceita-se, também, como mal, tudo o que constitui obstáculo ou contradição à perfeição que o homem é capaz de conceber, e, muitas vezes, de desejar. Divide-se em: mal metafísico (imperfeição); mal físico (sofrimento); mal moral (“pecado”). Tudo o que não está de acordo com a lei de Deus.

I – A origem do pecado

O problema do mal, que há no mundo, sempre foi considerado um dos mais profundos problemas da Filosofia e da Teologia. É um problema que se impõe naturalmente à atenção do homem, visto que o poder do mal é forte e universal, é uma doença sempre presente na vida em todas as manifestações desta, e é matéria da experiência diária na vida de todos os homens. Outros, porém estão convictos, de que o mal teve uma origem voluntária isto é , que se originou na livre escolha do homem, quer na existência atual ou quer numa existência anterior. Estes acham se bem mais perto da verdade revelada na Palavra de Deus.

Dados bíblicos a respeito da origem do pecado.

Na escritura, o mal moral existente no mundo,   transparece claramente no pecado isto é, como transgressão da lei de Deus.

Serpente

1 – Não se pode considerar Deus como o seu Autor

O decreto eterno de Deus evidentemente deu a certeza da entrada do pecado no mundo, mas não se pode interpretar isso de modo que faça de Deus a causa do pecado no sentido de ser Ele o seu autor responsável. Esta idéia é claramente excluída pela Escritura. Longe de Deus de praticar a perversidade e do Todo-Poderoso o cometer injustiça. (Jó 34:10). Ele é o Santo Deus .(Is 6:3)

Ele não pode ser tentado pelo mal e ele próprio não tenta a ninguém (Tg 1:13)

Quando criou o homem, criou-o bom e à sua imagem. Ele positivamente odeia o pecado, (Dt 25:16 , Sl 5:4, 11:5, Zc 8:17, Lc 16:15) e em Cristo fez provisão para libertar do pecado do homem.

2- O Pecado se originou no Mundo Angélico

A Bíblia nos ensina que na tentativa de investigar a origem do pecado devemos retornar à queda do homem, na descrição de Gn 3 e fixar a atenção em algo que sucedeu no mundo angélico. Deus criou um grande número de anjos, e estes eram todos bons, quando saíram das mãos do seu Criador (Gn 1:31).

Mas, ocorreu uma queda no mundo angélico, queda na qual legiões de anjos se apartaram de Deus. A ocasião exata dessa queda não é indicada, mas em ( Jo 8:44 ).

Jesus fala do diabo como assassino desde o princípio e em (1 Jo 3:8 ) diz João que o Diabo peca desde o princípio.

3 – A origem do pecado na raça humana.

Com respeito à origem do pecado na história da humanidade a Bíblia ensina que ele teve início com a transgressão de Adão no paraíso e portanto com um ato perfeitamente voluntário da parte do homem.

O tentador veio ao mundo para ser oposição a Deus.

Adão se rendeu à tentação e cometeu o primeiro pecado, comendo do fruto proibido. Com isso, Adão passou a ser escravo do pecado. Esse pecado trouxe consigo corrupção permanente e também sobre todos os seus descendentes.

II – A Natureza do Primeiro pecado ou da Queda do Homem.

1 – Seu caráter Formal : Pode-se dizer que numa perspectiva puramente formal, o primeiro pecado do homem consistiu em comer ele dá árvore do conhecimento do bem e do mal. Quer dizer que não seria pecaminoso, se Deus não tivesse dito: Da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás. A ordem dada por Deus para não se comer do fruto da árvore serviu simplesmente ao propósito de por à prova a obediência do homem. Foi um teste de pura obediência desde que Deus de modo nenhum procurou justificar ou explicar a proibição.

2- Seu caráter essencial e material :

O primeiro pecado do homem foi um pecado típico, isto é, um pecado no qual a essência real do pedaço se revela claramente. A essência desse pecado está no fato de que Adão se colocou em oposição a Deus, recusou-se a sujeitar a sua vontade à vontade de Deus de modo que Deus determinasse o curso da sua vida, e tentou ativamente tomar a coisa toda das mãos de Deus e determinar ele próprio o futuro. Naturalmente podem distinguir-se diferentes elementos do seu primeiro pecado. No intelecto, revelou-se como incredulidade e orgulho na vontade como o desejo de ser como Deus, e nos sentimentos como uma ímpia satisfação ao comer do fruto proibido.

O primeiro pecado ou a queda como ocasionada pela tentação.

A escritura dá a entender claramente que a serpente foi apenas um instrumento de Satanás, que é o real tentador. (Jo 8:44 , Rm 16:20 , 2 Co 11:3, Ap12:9)

A serpente foi um instrumento próprio para Satanás pois ele é a personificação do pecado. A serpente simboliza o pecado em sua natureza astuta e na sua picada que é capaz de matar o homem.

Pecado: A teologia protestante, ou evangélica, não crê em purgatório, nem classifica os pecados como venial, mortal ou capital. Seguindo os preceitos bíblicos, não existe pecado pequeno ou grande, pois “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”(Romanos 3.23). O pecado nada mais é do que a transgressão aos mandamentos de Deus, segundo I João 3:4 Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei. Pecado é um ato, pois “cada um é tentado, quando atraído e engodado pelo seu próprio desejo. Depois, havendo concebido o desejo, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.” (Tiago 1:14 e 15).

Para que tenhamos salvação e desfrutemos da vida eterna, devemos tão somente crer (“Pela graça sois salvos, por meio da fé…” Efésios 2.8) que Jesus é nosso único e suficiente salvador, e confessar nossos pecados para sermos perdoados (“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça” I João 1.9). Lembre-se também que é necessário arrependimento, e não somente remorso, que nos leva a cometer novamente os mesmos erros por não termos mais lembrança da “culpa” que nos abateu.

Lista de alguns Pecados:

l       Gula,  Luxúria, Avareza, Ira, Inveja, Soberba ou Vaidade, Preguiça, Feitiçaria, Mentira, Idolatria, Calúnia, Adultério, Roubo, Homicídio, Ódio…

São os vícios mais comuns, ou mais importantes, do comportamento   humano, segundo o Catolicismo. A classificação atual é obra de São Tomás de Aquino, ainda que não tenha feito mais do trabalhar em cima do já realizado por Gregório I, o Magno, no ano 600.

O que é a blasfêmia contra o Espírito Santo?

A questão da “blasfêmia contra o Espírito” no Novo Testamento é mencionada em Marcos 3:22-30 e Mateus 12:22-32. O termo blasfêmia pode ser geralmente definido como “irreverência desafiante”. Aplicaríamos o termo a pecados como amaldiçoar a Deus, ou, propositadamente, degradar coisas relativas a Deus. Também o é atribuir mal a Deus, ou negar atribuir-lhe algum bem devido. Este caso de blasfêmia, entretanto, é específico, chamado de “A Blasfêmia contra o Espírito Santo” em Mateus 12:31. Em Mateus 12:31-32, os Fariseus, tendo testemunhado provas irrefutáveis que Jesus fazia milagres no poder do Espírito Santo, afirmaram que, ao contrário, o Senhor estava possuído pelo demônio “Belzebu” (Mateus 12:24). Note que em Marcos 3:30 Jesus é muito específico a respeito do que exatamente eles fizeram para cometer a “blasfêmia contra o Espírito Santo”.

Esta blasfêmia tem a ver com alguém acusando Jesus Cristo de ser possuído por demônios ao invés de estar cheio do Espírito. Há outras maneiras de blasfemar contra o Espírito Santo, mas esta foi “A” blasfêmia imperdoável. Como resultado, a blasfêmia contra o Espírito Santo não pode acontecer hoje. Jesus Cristo não está sobre a terra, mas assentado ao lado direito de Deus. Ninguém pode testemunhar que Jesus Cristo esteja fazendo um milagre e atribuir este poder a Satanás ao invés do Espírito. Apesar de não haver blasfêmia do Espírito hoje, devemos sempre lembrar que há um estado de existência imperdoável: o estado de incredulidade. Não há perdão para alguém que morre em incredulidade. A contínua rejeição às exortações a crer em Jesus Cristo é a blasfêmia imperdoável. Lembre-se do que foi dito em João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. A única condição na qual alguém não pode ter perdão é se esse alguém não estiver entre “todo aquele que nele crê”.

Pecado Capital (Cristianismo)

Não tem referencia bíblica para esse termo, mas muitas passagens servem de argumentos favoráveis.

Os conceitos incorporados no que se conhece hoje como os sete pecados capitais se trata de uma classificação de condições humanas conhecidas atualmente como vícios que é muito antiga e que precede ao surgimento do cristianismo, mas que foi usada mais tarde pelo catolicismo com o intuito de controlar, educar, e proteger os seguidores, de forma a compreender e controlar os instintos básicos do ser humano. O que foi visto como problema de saúde pelos antigos gregos, por exemplo, a depressão (melancolia, ou tristetia), foi transformado em pecado pelos grandes pensadores da Igreja Católica.

Pecado Capital

l       Vaidade, Inveja, Ira, Preguiça, Avareza, Gula, Luxúria

Vaidade é e será o desejo de atrair a admiração das outras pessoas. Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada. Mostra com extravagância seus pontos positivos e esconde seus pontos negativos.

A vaidade é mais utilizada hoje para estética, visual e aparência da própria pessoa. A imagem de uma pessoa vaidosa estará geralmente em frente a um espelho, a exemplo de Narciso.

Uma pessoa vaidosa pode ser gananciosa, por querer obter algo valioso, mas é só para causar inveja nos outros.

O que pelas lentes de alguns é asseio, ou glamour, ou fantasia, ou amor ao belo, ou elevação da auto-estima, pelas lentes de outros pode ser (parecer) vaidade. Nos Ensaios de Montaigne há um capítulo sobre a Vaidade. Um escritor brasileiro, Flávio Gikovate, tem se dedicado a analisar a influência da vaidade na vida das pessoas e seus impactos na sociedade.

A Vaidade (também chamada de Orgulho ou Soberba) é considerada o mais grave dos pecados capitais.

É também as expectativas que as pessoas venham preencher as nossas necessidades.

É sempre querer Parecer alguma coisa, para ter uma resposta positiva dos outros.

Uma pessoa vaidosa sempre se orienta pelos que os outros acham e pensam, Porem esse tipo de “vaidade” é muito pouco conhecido por todos nós ainda.

Inveja é um sentimento de aversão ao que o outro tem e a própria pessoa não tem. Este sentimento gera o desejo de ter exatamente o que a outra pessoa tem (pode ser tanto coisas materias como qualidades inerentes ao ser)e de tirar essa mesma coisa da pessoa, fazendo com que ela fique sem. É um sentimento gerado pelo egocentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor que todos, não podendo suportar que outrem seja melhor.

A origem latina da palavra inveja é “invidere” que significa “não ver”. Com o tempo essa definição foi perdendo o sentido e começado a ser usado ao lado da palavra cobiça, que culminou, então, no sentido que temos hoje.

Os indivíduos disputam poder, riquezas e status, aqueles que possuem tais atributos sofrem do sentimento da inveja alheia dos que não possuem, que almejariam ter tais atributos. Isso em psicologia é denominado formação reativa: que é um mecanismo de defesa dos mais “fracos” contra os mais “fortes”.

Ira é um intenso sentimento de raiva, ódio, rancor, um conjunto de fortes emoções e vontade de agressão geralmente derivada de causas acumuladas ou traumas. Pode ser visto como uma cólera e um sentimento de vingança, ou seja, uma vontade frequentemente tida como incontrolável dirigida a uma ou mais pessoas por qualquer tipo de ofensa ou insulto.

Preguiça pode ser interpretada também como aversão ao trabalho negligência, indolência, mandriice, morosidade, lentidão, pachorra, moleza, dentre outros.

O preguiçoso, conforme o senso comum, é aquele indivíduo avesso a atividades que mobilizem esforço físico ou mental. De modo que lhe é conveniente direcionar a sua vida a fins que não envolvam maiores esforços.

A preguiça é algo que pode ser combatido e pode ter motivações psicológicas ou fisiológicas.

O indivíduo pode não estar se adaptando ao meio em que vive, visto que a sociedade exige dele determinadas posturas e ações como trabalho, estudo, obrigações morais, obrigações sociais, etc. Portanto, o que poderia determinar o seu sucesso ou não é a capacidade de conciliar as suas necessidades com as demandas do meio em que está.

Avareza Um dos sete pecados capitais, é o medo de perder algo que possui. Uma pessoa avarenta tem dificuldade de abrir mão do que tem mesmo que receba algo em troca, tem cuidado com seus pertences como uma pessoa egoísta. Prefere abrir mão do que tem menos valor e preservar o que é mais valioso. Acha que perder algo pode ser um desastre.

 O pecado avareza, na verdade é a ganância, que foi traduzido de forma errada para o português como avareza.

Uma pessoa avarante, acha que tudo e todos querem seus valores materiais ou financeiros, nada é verdadeiro tudo é interesse em suas posses.

Gula é o desejo insaciável, além do necessário, por comida, bebida ou intoxicantes.

Para algumas denominações cristãs, é considerado um dos sete pecados capitais. Segundo tal visão, esse pecado também está relacionado ao egoísmo humano: querer ter sempre mais e mais, não se contentando com o que já tem, uma forma de cobiça. Ela seria controlada pelo uso da virtude da temperança. Entretanto, a gula não é considerada um pecado universalmente; dependendo da cultura, ela pode ser vista como um sinal de status.

Luxúria é um pecado capital (Pecado principal) ou seja, um pecado mais forte que segundo a doutrina cristã, serve de “porta” para levar a outros pecados, no caso da luxúria há diversas ramificações como, por exemplo, a prostituição, sodomia, pornografia, incesto, masturbação, pedofilia, zoofilia ou bestialismo, fetichismo, sadismo (busca de prazer infligindo dor ao parceiro) e masoquismo (busca de prazer recebendo do parceiro punições que envolvem dor), desvios sexuais, e tantos outros pecados relacionados com a carne. A luxúria segundo a mesma doutrina pode acarretar em conseqüências como por exemplo o estímulo ao aborto (no caso de gravidez indesejada), transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, abuso sexual (no caso de pessoas com desvios sexuais que buscam na submissão do outro o seu prazer ou em pessoas que sofreram na infância tais abusos). Portanto a Luxúria seria uma porta de acesso a outros pecados (Desvios Morais).

Algumas definições sobre o Pecado:

l       Revolta da criatura contra o criador.

l       Aquilo que quebra comunhão com Deus.

l       É uma vontade pervertida. Rm. 7:23.

l       É uma inclinação interior. MT. 5:21,22/27,28.

l       É rebelião contra Deus. Rm. 2:14,15 e Gn. 2:16,17.

l       É transgressão. Gn. 2:16,17 e II Cr. 26:16,18.

l       É algo relacionado com a incapacidade espiritual (deformados ou distorcidos) Rm. 1:21/28 a 31.

l       É o cumprimento incompleto dos padrões de Deus.

Exemplo Saul (I Sm.15:23 / MT. 6:2,5,16).

l       É substituir Deus. Ex. 20:3 e Mc. 12:30.

É egoísmo. Tg. 1:14,15 e Tg. 4:1/3.

Antigo Testamento (Hebraico)
Nomenclaturas:

l       Hatha: errar um alvo ou caminho. Gn. 4:7 e  I Jo. 1:18.

l       Pasha: transgredir, invadir, ir além, rebelar-se e postergar. Sl. 89:32.

l       Ra’a: ser mau, quebrar, danificar por métodos ou meios violentos. Dt. 1:35.

l       Rasha: ser ímpio, ser solto ou mal ligado. Ser ruidoso ou tumultuoso. Isaías 57:20,21.

l       Ramah: enganar, derribar, prender na armadilha. Sl. 34:13 e Sl. 55:11.

l       Awon: ser perverso. Ato de entortar ou torcer a Lei de Deus. I Sm. 3:14.

l       Ma’al: Transgredir, ser culpado de quebrar uma promessa ou faltar com a Palavra.

Lv. 16:21.

l       Kasal e Nobhel: insensato. Pv. 13:16.

l       Pathah: seduzir, ser aberto. Pv. 1:10.

l       Amal: ser miserável. Ex. 2:11.

l       Tame e Ba’ash: impuro. Tame: mergulhar, ou seja, imersão no mal.

    Nm. 5:13/29.

Novo Testamento (Grego)
Nomenclaturas:

l       Parábasis: transgressão, passar os limites, violar a lei consciente ou inconscientemente. Aparece 8 vezes no Novo Testamento.  Hb. 2:2.

l       Epithumia: desejo

l       Asebia: impiedade

l       Apistia: infidelidade ou falta de fé por uma resistência obstinada. Hb. 3:12.

l       Hamartia ou Hamártaro: errar o alvo. Mc. 2:5 e Jo. 9:41.

l       Aselgia: sensualidade. Jd. 4

l       Kakia: perversão. MT. 6:34.

l       Porneria: malícia. I Cor. 5:8.

l       Ejhra: inimizade. Ef. 2:16.

l       Adikia: sem justiça. I Jo. 5:17.

l       Anomia: sem lei. Rm. 6:19.

Comunidade Evangélica Vale de Bênção – São Paulo/SP

Tel. 0xx11 3484.6185

Email: prlucianoescala@hotmail.com

Acesse: www.comunidadevb.com.br

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